2081 XRAM - VOLUME 2 - O DIÁRIO DA REVOLUÇÃO
- Fabiano D'Agostinho
- 31 de jan.
- 2 min de leitura
Atualizado: há 5 dias

BREVE LANÇAMENTO
Emocione-se com a história de resiliência dos Legenzi. O diário de Vittorio, trisavô de Carlo Legens, é uma ponte para o passado, revelando como os impactos da Revolução Industrial impulsionaram a emigração em massa de italianos em busca de um recomeço.
Na Itália do século XIX, a Revolução Industrial não trouxe progresso; trouxe ruína. Vittorio Legenzi, trisavó de Carlo, cresceu testemunhando o colapso das estruturas que sustentavam sua família: a terra que alimentava, a tradição que ensinava, a dignidade que enraizava. Capitalismo desenfreado, fábricas impiedosas, governantes cúmplices — tudo isso forçou uma única saída: emigrar.
Com apenas 14 anos, Vittorio partiu rumo ao Brasil acompanhado por seu pai Giuseppe e seu irmão mais novo, carregando apenas uma bolsa de couro, liras escondidas no peito, cartas que não continham apenas lembranças de sua terra natal, mas dividas morais, e a herança de uma questão que assombrava sua linhagem: como resolver os problemas da humanidade? Prepare-se, porém, para revelações que desafiam a compreensão — terríveis e surpreendentes — que emergem nas páginas de seu diário.
A travessia foi infernal. Navios apinhados, doenças, morte ao lado. Mas Vittorio chegou em Santos com fome de outro tipo; não apenas de pão, mas de significado. Na Fazenda Santa Justa, em São José do Rio Pardo, descobre que a promessa de "Terra da Cocanha" era um engodo: neoescravidão, exploração desumana, contratos que condenava colonos italianos a uma servidão económica indistinguível da escravatura que ainda manchava o país. Revoltado, conhece Eugenia — jovem colona, amor verdadeiro — e descobre a marcenaria através do cedro, transformando madeira em cura e significado. Cada peça que constrói é um ato de rebelião contra a opressão.
Mas sua revolta transcende as mãos. Vittorio entra para um movimento republicano clandestino em São José do Rio Pardo, participando de conflitos políticos que precedem a proclamação da República. Seus escritos — respostas à questão ancestral, reflexões sobre justiça, registros de sofrimento e esperança — encontram asilo em um diário. Este diário, guardado em uma caixa que transcende a função utilitária para tornar-se relíquia, é o elo entre gerações: a ponte que une Vittorio a Carlo, a Itália ao Brasil, o passado ao futuro de um paradigma que ainda não existe.
Os ensinamentos contidos neste diário - O Diário da Revolução, volume 2 de 2081 XRAM - servirão como base para Carlo criar um novo modelo socioeconômico que salvará a humanidade do caos causado pela Inteligência Artificial.
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